quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

eco.

Os dias não foram desenhados para ela
Rabiscos fazem parte da vida de forma mais sincera.
Faltava o ar, entre reencontros e outros,
eles, que haviam casado com o desplazamiento.
Completar bodas, sempre em vão, incompletas.
A falta de dizer: é isso o que eu quero!
A falta de saber.
À beira do lago-rio, pedidos viram pedaços do poente,
que já foi mais bonito.
Qual a tua idade?
O tamanho dos pontos desfeitos em cada vestido.
Ele pede desculpa por suas confusões.
Ela pede desculpa pela idiotice (a de sempre).
Eco, é sempre um eco que salva as noite de silêncios cruéis.

5 comentários:

  1. "é sempre um eco que salva as noites de silêncios cruéis." Esses versos são espetaculares. Lindos.
    Suas personagens são lindos.

    beijos.

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  2. excelente esse verso,
    "Rabiscos fazem parte da vida de forma mais sincera."

    a questão da falta e do tempo estão nele, talvez muito de todo poema, que é história também, e como já disseram tem personagens.

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  3. a verdade colocada em conversa é o caminho da vida.

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  4. Pedir desculpas às vezes é tão difícil.
    Não deveria ser.


    Muito lindo

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